Mostrando postagens com marcador Discursos comparados. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Discursos comparados. Mostrar todas as postagens

domingo, 14 de junho de 2009

Quarenta Presidentes depois (II)




Gazeta do Rio de Janeiro, Quarta Feira, 14 de junho de 1809
(leia o número completo aqui)

[...] 

Amar a paz, e huma communicação amigavel com todas as Nações, que nos correspondão do mesmo modo; manter huma sincera neutralidade com as nações belligerantes; perferir em todos os casos huma discurssão amigavel, e huma accommodação rasoavel de desavenças á decisão ellas por meio das armas; 

[...]
____________________

O discurso de posse do quarto presidente dos EUA, e, duzentos anos depois, o discurso de posse do quadragésimo quarto presidente dos EUA (continuação). 

____________________

Globo.com (do G1, em São Paulo) 
(leia a notícia completa 
aqui)

[...] 

Assim, para todos os outros povos e governos que estão assistindo hoje, da maior das capitais à pequena vila onde meu pai nasceu: saibam que a América é amiga de cada nação e de todo homem, mulher e criança que procura um futuro de paz e dignidade, e que estamos prontos para liderar mais uma vez.

[...]
_____________________

Transcrevo a seguir um trecho de "O Futuro da China", artigo que publiquei em minha coluna impressa no dia 17 de agosto de 2007: 

[...] 

A China não terá o gostinho de ocupar o “trono” norte-americano. Sem contar a instabilidade de seu crescimento, apenas a situação ambiental, bem como a encruzilhada vivida pela raça humana, inviabilizam essa possibilidade. Nem a Terra e nem o ser humano podem suportar uma sucessão eterna de impérios mundiais. “Toda vez que a história se repete o preço aumenta”, reza o dito popular. Há limites, e os EUA têm o potencial necessário para manterem-se no poder até que eles se imponham. Depois, o sonho da união e da paz será aparentemente concretizado, numa ilusão que por fim será desfeita. Aguardemos...

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Quarenta Presidentes depois (I)


Gazeta do Rio de Janeiro, Sabbado, 10 de Junho de 1809 
(leia o número completo aqui)

[...] 

A 4 de Março; ao meio-dia, James Madison tomou o juramento de Officio, como Presidente dos Estados-Unidos, e na Camera da Casa dos Representantes, em presença do Senado, de muitos dos ultimos Representantes e de hum grande concurso de Cidadãos recitou a seguinte 

ORAÇÃO 

Não querendo apartar-me dos exemplos da mais respeitavel authoridade: sirvo-me da presente occasião para expressar a profunda impressão, que me causou o chamament da minha patria a hum lugar, cujas obrigações estou a ponto de me obrigar a cumprir pela mais solemne das sancções. Tão distincto signal de confidencia, procedente do voto deliberado, e tranquillo de huma Nação livre, e virtuosa; em todas as circumstancias, que dão a este periodo huma solemnidade particular, sinto indizivelmente realçadas, tanto a honra, como a responsabilidade, que me são concedidas. 

A presente situação do mundo he verdadeiramente sem exemplo, e a do nosso proprio paiz cheia de difficuldades, que pezão sobre nos com mais rigor por isso que, acontecendo-nos em huma occasião em que a prosperidade nacional tinha chegado a huma elevação nunca vista atégora, o contraste resultante da mundança tomou-se mais chocante. 

[...] 
___________________

O discurso de posse do quarto presidente dos EUA, e, duzentos anos depois, o discurso de posse do quadragésimo quarto presidente dos EUA. 

___________________

Globo.com (do G1, em São Paulo) 
(leia a notícia completa aqui)

Leia a íntegra do discurso de posse de Barack Obama 

Meus concidadãos: estou aqui na frente de vocês me sentindo humilde pela tarefa que está diante de nós, grato pela confiança que depositaram em mim e ciente dos sacrifícios suportados por nossos ancestrais. Agradeço ao presidente Bush por seu serviço à nação, assim como também pela generosidade e cooperação que ele demonstrou durante esta transição. 

[...] 

Que estamos no meio de uma crise agora já se sabe muito bem. Nossa nação está em guerra contra uma extensa rede de ódio e violência. Nossa economia está muito enfraquecida, uma conseqüência da ganância e irresponsabilidade por parte de alguns, mas também de nossa falha coletiva em fazer escolhas difíceis e em preparar a nação para uma nova era. Lares foram perdidos; empregos cortados; empresas fechadas. Nosso sistema de saúde é caro demais; nossas escolas falham demais; e cada dia traz mais provas de que a maneira como utilizamos energia fortalece nossos adversários e ameaça nosso planeta. 

[...] 
___________________

Continuação e "comentários" na próxima postagem.